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17 de março de 2015

7 dicas para um feedback correto e sem traumas

por Mariane Selli

Via Portal Administradores.

“Quando o feedback leva o profissional a se sentir encorajado é sinal que o processo foi bem feito pelo líder”, diz a coach Bibianna Teodori.

Dar feedback é algo comum na vida de um líder. Mas, quem disse que é fácil? Para que a ação cumpra o efeito desejável, é preciso ter bastante cautela para não traumatizar o funcionário receptor e compremeter assim toda a carreira dele. Segundo a coach Bibianna Teodori, alguns profissionais podem encarar a mensagem como uma crítica e, claro, se abalar com a atitude se ela não for feita da forma correta.

“Muitos ficam na defensiva e se sentem humilhados ou envergonhados. Mas normalmente isso acontece quando o feedback não foi aplicado corretamente”, afirma a especialista.

Segundo ela, a ação só surte o devido efeito se o receptor encará-la como um estímulo, utilizando-a assim para o seu crescimento.

“Quando o feedback leva o profissional a se sentir encorajado a encontrar soluções, melhorar ou adotar uma postura proativa, é sinal que o processo foi bem feito pelo líder.”

Para ela, é necessário que o emissor do feedback aponte os caminhos produtivos e enriquecedores para o funcionário, para que assim o aprendizado possa ocorrer.

“Deve-se encorajar o colaborador, esclarecer pontos da situação atual e visar a solução dos problemas, além do aprimoramento de habilidades”, finaliza.

A especialista Bibianna Teodori lista abaixo 7 regras para você dar o “feedback ideal”, sem causar traumas ou más impressões:

1. Descreva o comportamento ou o acontecimento que merece atenção, exatamente como ocorre, sem fazer juízo de valores.

2. Seja especifico, não geralista. Qual comportamento deve ser melhorado ou aprimorado?

3. O feedback deve ser voltado para a necessidade do receptor, e não do emissor. A ação não é feita para extravasar raiva, decepção ou qualquer emoção negativa.

4. Foque no comportamento, não na identidade do receptor.

5. Ajude a tornar o feedback algo solicitado, positivo, bem recebido, e não imposto. Se você quer fazer uma bela colheita, precisa de terra e sementes saudáveis.

6. Dê o feedback rapidamente, logo após um acontecimento. Quanto maior a demora, maiores serão as chanches de o interlocutor esquecer pontos cruciais e até mesmo duvidar de que as coisas aconteceram da forma como você esta dizendo.

7. Tente validar se o feedback foi absorvido. Existe uma grande diferença entre ouvir e escutar. Ouvir efetivamente significa entender e observar as informações transmitidas.

8 de março de 2015

Feliz Dia da Mulher!

por Mariane Selli

Dia da Mulher

6 de março de 2015

De onde vem a inspiração para inovar?

por Mariane Selli

O Portal Exame.com convidou o especialista em inovação Ricardo Fasti para responder a esta pergunta. Veja, abaixo o que ele diz.

É importante recordar que inovação não é um fenômeno de 20 anos para cá: ela está intrinsecamente relacionada ao Sistema Capitalista de Produção.

A máquina a vapor e o modelo de produção em linha criado por Henry Ford são dois exemplos de inovação, mas que não são fenômenos recentes. Portanto, a fonte da inovação está no próprio ecossistema econômico.

A questão é como capturar as oportunidades para inovar. Muitos de vocês podem pensar que isso é um jogo para grandes empresas. Contudo, recordo que a Apple nasceu em uma garagem, assim como a HP. Tendo isso em perspectiva, qualquer empresa pode inovar.

As fontes de inovação derivam da curiosidade do empreendedor. Somente uma mente curiosa e obstinada em obter melhorias produtivas, avanços em processos, produtos ou soluções tecnológicas que atendam melhor às necessidades de clientes ou consumidores, conseguirá inovar. A inovação pode ser em processo de produção, em processos organizacionais ou em produtos novos.

O primeiro passo é analisar o processo de criação de valor da empresa, estudar os processos de logística e produção, de comercialização, de organização, e, principalmente, os produtos e serviços oferecidos. Entendido como funcionam em detalhe, vem a pergunta: como posso melhorar ou atender melhor a uma demanda a partir do que a empresa é hoje? Essa é a pergunta que iniciará todo o processo de inovação.

Outra pergunta que também deve ser feita pelo empreendedor: o que posso fazer para melhorar o atendimento dos clientes e consumidores reinventando a empresa? Claro que entre a primeira e a segunda pergunta há um abismo relacionado ao investimento financeiro e em tempo. Contudo, o critério de decisão é o retorno sobre o investimento, pois, às vezes, reinventar-se pode dar mais dinheiro do que permanecer onde se está: vejam o caso da IBM.

As fontes de inovação estão no olhar do empreendedor e em seu desejo de aumentar lucros de forma contínua e sustentável. É a partir dele que nasce a cultura de inovação: uma obsessiva paixão por fazer melhor, de forma mais produtiva e gerando mais valor para o cliente e, por conseguinte, maiores lucros para o empreendimento.

Ricardo Fasti é Diretor de Desenvolvimento de Negócios da BSP – Business School São Paulo.

Fonte: Portal Exame.com

 

19 de fevereiro de 2015

Flores

por Mariane Selli

Flores

Um post para exibir as flores que enfeitam Exotics. O corredor da foto dá acesso às salas dos departamentos de Desenvolvimento e Suporte Técnico. Bonitas, né?

13 de fevereiro de 2015

Uma pausa para a folia

por Mariane Selli

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Bom, não necessariamente para a folia. Seja para pular Carnaval ou aproveitar alguns dias de descanso, a Exotics Informática terá alterações no expediente da próxima semana.

Não teremos atendimento na segunda e terça-feira de Carnaval e na Quarta-feira de Cinzas.

Retomaremos as atividades na quinta-feira, dia 19, em nosso horário normal: das 9h às 12h e das 13h às 17h30min, pelos telefones (51) 3028.4520 (Departamento de Vendas) e (51) 3346.4520 (Departamento de Suporte Técnico), e pelos e-mails info@exotics.com.br e suporte@exotics.com.br.

Desejamos um Carnaval alegre e consciente para todos vocês, com muita paciência para quem vai viajar e pegar a estrada. Até lá!

4 de fevereiro de 2015

Segundo pesquisa, os 10 primeiros anos de carreira definem a renda

por Mariane Selli

carreira

Se você está nos seus primeiros 10 anos de carreira, não perca tempo: são eles que definirão a trajetória da sua renda ao longo de toda uma vida.

É o que diz um estudo recente do Federal Reserve Bank do estado de Nova York, nos Estados Unidos, publicado pelos economistas Fatih Guvenen, Fatih Karahan, Serdar Ozkan e Jae Song.

Eles usaram dados da Previdência Social de 5 milhões de indivíduos ao longo de quase 40 anos para investigar o ciclo de renda ao longo de uma vida, um tema relativamente pouco explorado pela literatura acadêmica. A conclusão principal é que o grosso do crescimento de renda ocorre na primeira década. E mais:

“Para o grupo na mediana, o crescimento médio de renda entre os 35 e os 55 anos é zero. E com exceção dos 10% no topo da pirâmide, todos os outros experimentam crescimento negativo de renda entre os 45 e os 55 anos”, escrevem os autores.

De forma geral, o indivíduo na mediana tem um crescimento de renda de 38% entre os 25 e os 55, com ganhos concentrados na primeira década. Para os 5% mais ricos, o crescimento é de 230% nestes 30 anos de “auge”.

Entre os 1% no topo da pirâmide, o crescimento é de impressionantes 1.500% entre os 25 e os 55. Os 20% de americanos mais pobres, por sua vez, experimentam uma queda real de renda no período.

A explicação pode ser bem simples: contatos, reputação e experiência são acumulados ao longo de uma carreira, e renda gera renda (além de até mesmo expectativa de vida). Já o principal ativo de trabalhadores menos qualificados é sua força braçal, que declina com a idade.

Fonte: Revista Exame

30 de janeiro de 2015

Governo abre debate público sobre regulamentação da Lei de Proteção de Dados e Marco Civil da Internet

por Mariane Selli

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O Ministério da Justiça (MJ) abriu, no dia 28 de janeiro, dois debates públicos que estão diretamente ligados ao uso da internee à proteção de dados do cidadão: o anteprojeto de lei de Proteção de Dados Pessoais e a minuta do decreto presidencial que vai regulamentar o Marco Civil da Internet, sancionado em abril do ano passado.

As duas plataformas, uma para cada tema, estão nos portais de participação do MJ na internet. São eles: Debate Público da Regulamentação do Marco Civil da Internet e Debate Público do Anteprojeto de Lei sobre Proteção de Dados Pessoais.

Em 2009, o Marco Civil da Internet foi elaborado a partir de uma plataforma semelhantee recebeu mais de 2 mil sugestões. Inicialmente, os debates públicos receberão contribuições ao longo de 30 dias, prazo esse que poderá serestendido.

Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o governo pretende elaborar dois textos a partir das contribuições que virão de forma democrática e participativa. “É fundamental que o texto da regulamentação do MarcoCivil tenha o mesmo espírito do decreto que encantou o mundo”, disse ao lembrar a positiva repercussão internacional do Marco Civil.

Para o ministro, o Brasil abriu o caminho para que outros países formulem suas leisobre a neutralidade da redemundial de computadores. “É um novo paradigma, uma nova referência legislativa mundial do século 21, que afirma a nossa soberania”, afirmou.

Da mesma forma que o debate sobre a regulamentação do Marco Civil, Cardozo acredita que a Proteção de DadosPessoais será mais um desafio do governo e que dará exemplo ao mundo, pois a “ampla participação da sociedade nodebate” vai garantir que o tema tenha a pactuação necessária com o Congresso Nacional para sua viabilização.

O Ministério da Justiça considera fundamental ter um marco legal de proteção de dados no Brasil baseado no consentimento e no uso legítimo dessedados, ferramentas de exercício de direitos e padrões mínimos de segurança eprivacidade  para o cidadão. Atualmente, mais de 100 países já possueleide proteção de dados pessoais.

Regulamentação do Marco Civil

A plataforma destinada ao debate do Marco Civil não terá um texto de base. Serão criados eixos com conteúdos já inclusos no Marco Civil, mas que foram tratados de forma genérica ou que dependede regulamentação. São eles asexceções da neutralidade de rede (princípio que garante que dados que circulam na rede sejam tratados sem distinção por conteúdo, origem, destino ou serviço), a guarda de registros de conexão (de responsabilidade das operadoras) eregistros de aplicações (coletados por sites, serviços, redes sociais e aplicativos móveis), privacidade na rede e outros temas passíveis de regulamentação.

Proteção de Dados Pessoais

A plataforma sobre a Proteção de Dados Pessoais terá a sugestão de um texto elaborado a partir do debate público queocorreentre 2010 e 2011. O anteprojeto de lei visa assegurar ao cidadão uma série de direitos básicos sobre seus próprios dados pessoais, ainda que armazenados em centrais fora do país.

O projeto visa permitir que o cidadão tenha controle sobre como suas informações pessoais são utilizadas, seja por organização, empresa ou governo. Tem ainda o objetivo de estabelecer princípios e direitos como finalidade específica (o dado não pode ser usado para finalidadedesconhecidas ao cidadão), transparência (o cidadão tem direito deconhecer quais dados estão sendo tratados e de que forma) e segurança e responsabilidade (a legislação deverá preveeventual reparação ao usuário).

O texto trata também de questões como vazamento de dadosdados sensíveis, estabelecimentos de princípios, o consentimento do titular, comunicação, interconexão e uso compartilhado de dados pessoais, transferência internacional de dados, responsabilidade dos agentede tratamento, segurança e sigilo de dados, boas práticas esanções administrativas.

O debate pretende discutir com a sociedade qual a melhor forma de garantir esses direitos diante de diversos modelos de legislações internacionais.

Além dos portais, os temas estão presentes nas redes sociais. Acesse:

Twitter.com/dadospessoais
Facebook.com/Debate-Público-Proteção-de-Dados-Pessoais

Twitter.com/marcocivil
Facebook.com/marcocivildainternet

 

22 de janeiro de 2015

7 dicas para garantir a produtividade em home office

por Mariane Selli

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Muitas profissões precisam apenas de um computador, telefone e acesso à internet para que possam ser exercidas. Especialmente nas cidades grandes, cresce cada vez mais o número de pessoas que optam por trabalhar em casa. A forma como cada um se organiza é algo particular, mas é quase unânime a opinião de que o home office requer alguns cuidados para não desviar o foco e manter a produtividade.

As dicas relacionadas abaixo foram publicadas no Portal Administradores e são assinadas pelo administrador de empresas Leandro Gonçalves Martins, que é também autor de livros sobre gestão e empreendedorismo.

Se você trabalha em casa ou pensa em migrar para este método de trabalho, essa lista é para você:

1. Trabalhe com uma agenda. Parece óbvio, mas muitas pessoas não conseguem ou não sabem usá-la;

2. Respeite o que definiu em sua agenda. Evite constantes adiamentos de atividades;

3. Alimente-se bem antes de começar a trabalhar para evitar “furtos” à geladeira. E respeite os horários para lanches, almoço, etc.;

4. Pratique atividade física diariamente, de preferência antes de começar o trabalho. O período da manhã, antes do café, é ótimo para 30 minutos de exercícios. Isso ajuda no foco e na dedicação, além de manter uma boa saúde;

5. Reserve horários para sair de casa e conversar com outras pessoas. Ficar muito tempo isolado pode favorecer quadros de ansiedade e depressão. Todos nós precisamos socializar. E faça isso pessoalmente. Nada de redes sociais. Lembre-se que é bom ouvir opiniões diferentes das suas;

6. Defina regras e horários com a família. Alguns familiares pensam que, por você não sair de casa, então não está trabalhando. Explique para todos, constantemente, a importância de respeitarem seu tempo e espaço de trabalho, mesmo que seja em home office;

7. Incorpore a meditação em sua vida. Diversos estudos científicos estão mostrando a eficácia dessas técnicas milenares na concentração das atividades de trabalho e estudo.

14 de janeiro de 2015

8 coisas que você precisa entender sobre pessoas para liderar equipes

por Mariane Selli

pessoas

Você é um gerente financeiro de uma companhia? É o vice-presidente de operações? Ou quem sabe o diretor de desenvolvimento? Não importa. No fundo, você é um gestor de pessoas. Independente da indústria, da empresa, ou mesmo do título do cargo, todos os gerentes são gestores de pessoas, toda gestão é uma gestão de gente.

Para o especialista em carreiras Pablo Aversa, o profissional que é responsável pelos resultados de um grupo de pessoas precisa saber algumas coisas importantes sobre gente:

Pessoas são indivíduos

Independentemente das generalizações que virão a seguir, é importante lembrar-se de que não existem duas pessoas iguais. Elas têm sonhos individuais e preocupações individuais. Suas mentes funcionam de forma diferente. Ouvem e enxergam de forma diferente. E, principalmente, são motivadas por coisas diferentes.

Pessoas são imprevisíveis

Ficam com raiva. Ficam preocupadas. Algumas vezes choram, ou gritam, ou se isolam (e ainda fazem beicinho). Não importa o quanto já tenha trabalhado com gente, você nunca vai estar completamente seguro de como vão reagir.

Pessoas são egoístas

Pessoas cuidam de si mesmas. Sabem que ninguém, nem mesmo o esposo ou a esposa, está tão preocupado com seu bem-estar quanto elas mesmas. Podem até não saber qual é a melhor forma de conquistá-lo, mas sabem muito bem o que consideram ser o melhor para elas e correm com afinco atrás disso. Algumas são melhores que outras nesse aspecto, mas pode ter certeza: todas desejam esse bem-estar.

Pessoas são generosas

Se as pessoas são egoístas, como então também podem ser generosas? Veja, são generosas porque, mesmo quando cuidam de si, trabalham de forma colaborativa para ajudar os demais a chegar lá. Elas vão correr atrás primeiro daquilo que consideram sua fatia justa, mas, tão logo conquistem seu quinhão, vão cuidar dos demais.

Pessoas são volúveis

O que funcionou na semana passada, ou mesmo ontem, pode não funcionar hoje. A recompensa ou o desafio que motivou alguém anteriormente pode não mais funcionar, simplesmente porque algo mudou no universo dela.

Pessoas são medrosas

Algumas pessoas são mais medrosas que outras. Outras escondem isso melhor. Mas todo mundo tem medo de algo. Seja o medo de perder o emprego, de parecer tolo na frente dos demais ou de não alcançar a meta pela primeira vez em dez anos, não importa: todos nós temos medos. E até que você lide com os medos delas, as pessoas vão continuar a se focar naquilo que as preocupam, em vez daquilo que você quer que elas façam.

As pessoas são um barato

A somatória das individualidades acima é o que acaba fazendo com que as pessoas sejam interessantes. E mais: isso é o que faz com que elas sejam um barato. Como gestor de gente, você nunca terá um dia chato. Alguns dias serão melhores que outros. Alguns dias vão fazer você querer gritar e espernear. Mas, com certeza, nenhum dos seus dias vai ser chato. Agora, se você não curte gente, não se envolva com gestão, pois isso vai acabar sugando todo o prazer que, de alguma outra maneira, o seu dia poderia lhe proporcionar.

Gente quer ser liderada

Como gestor de gente, você deve ir além e ser líder de gente. Se você não liderar as pessoas, alguém vai. Pode ser outro funcionário do departamento (afinal, liderança é uma habilidade, não um atributo que vem com o cargo) ou pode ser um gerente de outra área. O ponto é que, com certeza, elas vão seguir alguém e alguém será o líder delas.

Fonte: Portal Administradores

5 de janeiro de 2015

2015 com plantas

por Mariane Selli

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Estamos de volta! E o retorno ao trabalho ficou mais bonito com os nossos novos companheiros de sala: nos departamentos de Vendas e Suporte Técnico, dois vasos de pau d’água embelezam os espaços. Os ambientes ficam mais agradáveis e inspiradores para produzir, concordam? 

Um ótimo início de ano para todos nós!